• Roberto S Inagaki

Liderança: Bom dia chefe? Quem tem chefe é índio! Então nossos chefes viraram líderes.

Tudo tem mudado rapidamente nestes últimos anos e deve mudar ainda mais nos próximos anos, segundo estudos de várias organizações sobre as megas tendências. Nossos líderes estão preparados para nos guiar?


Caros leitores do blog Análise Crítica.


Gostaria de começar este blog fazendo uma pergunta para os leitores:


Quantos de vocês listariam o seu chefe imediato como líder a ser seguido e mencionado como um exemplo? Resposta difícil, não? Principalmente se ele(a) estiver por perto quando você for responder.


Estou com mais de 58 anos, tive chefes e fui chefe. Hoje tenho tantos chefes que nem sei mais quem são, portanto, tomo cuidado para tratar todos como se fossem meus chefes.


Alguns de vocês já devem estar lendo e pensando: “chefe” que coisa mais antiga, agora é “líder” ou talvez outro nome mais da moda do que eu tenha notícias.


Lembrem-se que comecei a trabalhar no século passado. Felizmente hoje não tenho ninguém sob meu guarda-chuva (organograma, que coisa medieval também).


Tenho um grande orgulho dos líderes atuais, pois não bastasse todas as mudanças no mundo (megatendências – segundo o relatório da “Credit Suisse”): digitalização, inteligência artificial, capitalismo inclusivo, envelhecimento da população, alterações climáticas etc. há ainda um desafio maior!


Como administrar 5 gerações sob o mesmo processo ou sob o mesmo “teto”? Sim 5 gerações (segundo o site da “Unimed BH”) temos a geração silenciosa (acima de 65 anos), Baby Boomers (entre 50 e 64 anos – olha eu aqui), Geração X (entre 35 e 49 anos), Geração Y ou Millennials (entre 21 e 34 anos) e a Geração Z (entre 15 e 20 anos).


Como consultor estratégico e não de comportamento humano ou de recursos humanos, olho tudo de longe e vejo com muito senso crítico que ainda há muitos “chefes” em meio aos “líderes”. Acho que apenas mudar a palavra de chefe para líder não é suficiente para mudar comportamentos. Ops usei a palavra “acho”... mudem para certeza.


Assim sendo, como motivar ou pelo menos não desmotivar pessoas de diferentes gerações a alcançarem os resultados? Quais são suas necessidades e expectativas? Atendendo a um grupo atenderemos aos demais?


Boa sorte aos “líderes”, caso os mesmos não resolvam estes desafios, merecerão o título de “chefe”.


Uma dica para aqueles que querem se desenvolver como líderes é dar uma olhada no conceito de liderança disruptiva (acesse o site da heflo) e mais uma vez boa sorte.


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Quanto ao teste de conhecimento colocado no LinkedIn, a resposta correta é:


O que aconteceu com a taxa de suicídio global nos últimos 20 anos?

A- Reduziu 25% está é a correta

B- Aumentou 25%

C- Se manteve estável


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